sábado, 4 de fevereiro de 2012


“Ela tomou coragem e se aproximou.
- Por favor, para! 
- Parar? Com o que? 
“Com esse efeito que você tem sobre mim, de me fazer perder o ar, me deixar com voz trêmula e sem saber como agir e falar ao te ver na minha frente. Para de me iludir, de me fazer chorar e depois conseguir consertar tudo com meia dúzia de palavras e com seu sorriso irritante. Para de me fazer de te odiar, odiar principalmente por não conseguir te dizer tudo isso agora” - Com tudo que você anda fazen… - Ele impedindo-a de continuar.
- Desculpa. Desculpa por não conseguir demonstrar o quanto eu preciso de você. Desculpa por todas as vezes que eu te deixei mal, e pelos dias que eu não estive presente. Desculpa por tudo, eu só não estou nos meus melhores dias. Mas, não desiste de nós, pode ser?
- Você sabe que eu nunca desistiria de nós!”

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