sexta-feira, 29 de junho de 2012

“Sem saber se valeria a pena tentar, ela tentou. Sem saber se iria dar certo, ela insistiu. Sem saber o que aconteceria no final de tudo, ela lutou. Lutou com todas suas forças até o fim, e ele? Ele desistiu. Desistiu a cada falha, a cada passo em falso, a cada “adeus” que ela dava. Ele simplesmente acomodou-se, conformou-se, embora ainda sentisse o peito doer só de pensar nela, ele desistiu. Não por não ama-la mais, mas sim por puro orgulho. Ele desistiu de tudo enquanto ela insistiu até não ter jeito mais, e acabou-se. Acabou-se o respeito, a paixão, acabou-se a ternura. Só o amor que não se acabou. E mesmo se amando, o destino não favoreceu. De lá ele amargurado por perder a mulher da sua vida, e de cá ela angustiada por ter perdido um amor que valia a pena, se ele tivesse lutado só um pouco mais.” — Quando falta a paixão, só o amor não resolve.

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Mulher é foda mesmo. Têm todos os motivos do mundo pra mandar o filho da puta sumir, e acaba respondendo o sms que não era pra responder, atende o telefonema que não era pra atender, e acaba indo pra casa de quem não era pra ir. E depois de tudo ainda fala: ‘Dessa vez é serio, não vou mais ficar com ele’.

segunda-feira, 4 de junho de 2012

“Você deveria ter feito alguma coisa pra me ter, ou até me deter, eu ainda te queria, você sabia, você deveria ter feito algo, mas não fez. E talvez pudesse ter sido diferente, se um dos dois tivesse gritado “não vai, fica aqui comigo” se um dos dois tivesse dito no meio de todo aquele tormento “não se vai não, eu quero você, eu quero você comigo” e evitasse o desencontro. Mas não foi, apenas se foi e não mais voltou. E mesmo tão perdida, tão sozinha. Tão destruída. Com toda essa saudade gritando aqui dentro de mim, com toda essa falta absurda que você me faz, mesmo lembrando e relembrando cada detalhe seu todos os dias, ainda que eu lembre dos seu sorriso oito dias por semana, eu decidi seguir em frente, porque a vida continua, e ela não para pra você correr atrás do que passou, ela não para pra você consertar tudo que podia ser diferente, também não traz de volta o que se foi, e não volta no tempo pra mudar os fatos. Não adianta, mesmo que eu queira a vida não faria o tempo voltar para quando você naquele fim de tarde me perguntou “ainda tem alguma coisa minha ai?” eu te responder “tem eu”. E é bem assim que eu vou indo, aos poucos, aos cacos, que esses poucos me façam completa, que esses cacos me façam inteira, e que em todas as partidas eu me lembre de gritar “fica” “não me deixa” ou “volta pra cá” quando alguém que me vale muito estiver indo embora, porque depois da partida, pode não ter mais volta.”
Frio. A chuva caia forte lá fora trazendo um barulho confortante aos meus ouvidos. A casa estava silênciosa, um silêncio que me incomodava. Estava deitada, pensando nesse turbilhão de sentimentos que me pertubava por dentro. Olhava pela janela e o céu me trazia uma certa tranquilidade. Eu não costumava estar em paz, sempre algo me atormentava. Mas hoje eu estava… bem. Me sentia leve, como se tivesse tirado um peso das minhas costas. A única coisa que não se encaixava bem agora era esse vazio que eu sentia. Sentia falta de alguém. Sentia falta de ter alguém para me envolver em seus braços, alguém para fazer carinho em meu rosto, alguém que me beije sem eu precisar pedir. Mas não era os beijos e carinhos de qualquer um. Eram os dele. Estaria você sentindo minha falta? As dúvidas voltaram a me perseguir. Prometi a mim mesma que não pensaria muito nisso, que não deixaria ele se tornar novamente o foco da minha vida. Me enrolei entre as cobertas e peguei o celular em minha mão. Não havia nenhuma ligação, nenhuma mensagem, nada. Suspirei. Não criar expectativas novamente. Encarei o celular novamente e abri a caixa de mensagens. Sorri ao ler algumas. Poucas palavras e milhões de sensações. Passaram-se uns minutos e eu continuava com um sorriso bobo no rosto. Não me aguentei e enviei uma única palavra: Saudade. Talvez isso tenha sido um erro, ou não. Fechei os olhos e só queria dormir.

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Olha a minha diferença pra sua, sou uma mulher integra não preciso ficar esfregando na sua cara com quem eu estou ou não estou, Já você fica se agarrando com uma e com outra pra esfregar na minha cara que está feliz e cheia de mulheres ao seu pé.Cresce e amadurece independente de tudo,pensa que assim me atinge? só faz eu acreditar que você nunca amou de verdade e tudo não passou de um grande teatro. Ainda diziam HAAA ela é do mal ela não tem sentimento. Pra quem dizia isso olha ae agora quem está tirando as verdadeiras máscaras. Prefiro ser eu do que ser um personagem,não nasci pra isso,eu tenho caráter. Sentiu a diferença ?

segunda-feira, 2 de abril de 2012

“Já devastou tudo mesmo, então o que tem de mal em insistir mais um pouco, não é mesmo? Me machucar mais um pouco tentando lembrar você. […] O que tem de errado sonhar com você de vez em quando se já dói sempre? Ou que mal tem em pensar em você e ouvir aquela nossa música sonolenta antes de dormir? Não deve ter mal nenhum se já tem um buraco enorme dentro de mim. Não tem mal se já não tem mais espaço para machucar ou lágrimas para derramar. E se tem, são lágrimas tão profundas e tão sensatas que já estão acostumadas a cair. […] Não faz mal se a única maneira de ter perto é em forma de saudade, de lembranças e de dor. Machuca, eu sei. Mas machuca mais tentar apagar de mim a única forma de lembrar que algum dia já te tive por perto.”
Mãe: O que há de errado?
Eu: (Eu costumava ser tão boa na escola, mas eu não sou mais. Eu sinto que tudo o que eu faço dá errado. Eu estou constantemente me sentindo sozinha. Eu estou começando a me olhar diferente. Nada é mais a mesma coisa. Eu sinto que vou falhar em tudo o que eu fizer. Eu não tenho vontade de sair do meu quarto.Eu quero chorar e não posso. Eu não tenho comido muito e sempre estou sem fome. Eu sinto que ninguém se preocupa comigo. Eu só quero dormir o dia todo e nunca mais acordar.) Nada, por quê? Eu estou bem.